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20 de Novembro de 2008 - 14h18

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Xiradania critica revisão do Plano Director Municipal

a O movimento de cidadãos Xiradania critica a decisão do executivo de Vila Franca de Xira de limitar ao prazo mínimo legal (30 dias úteis) a discussão pública da proposta final de revisão do Plano Director Municipal (PDM). O Xiradania defende o prolongamento da consulta pública, que terminou dia 11, e contesta que não tenha sido apresentada uma "avaliação" do PDM em vigor (aprovado em 1993). Um parecer do movimento discorda da "sistemática contestação às orientações estratégicas do Plano Regional de Ordenamento do Território" da AML, que, para o território de Vila Franca, preconiza "a contenção das áreas afectas a usos urbanos", a "travagem da sobredensificação urbana" e "a libertação da frente ribeirinha de ocupações pesadas".
O Xiradania mostra-se satisfeito com "a libertação de edificações" de áreas como a frente ribeirinha da freguesia do Forte da Casa, as antigas salinas de Alverca e a várzea de Vialonga, mas critica a "insensibilidade social, cultural e ambiental" da definição dos traçados de novas vias rodoviárias previstas na proposta de revisão. E considera que a implantação da plataforma logística na freguesia da Castanheira do Ribatejo constitui uma "agressão ecológica e ambiental" em terrenos de valor agrícola.
Luz Rosinha sublinha que os documentos tiveram mais de duas mil consultas e que nas 11 sessões de apresentação os munícipes não se deveriam "inibir" de pedir esclarecimentos. "A dimensão do documento não nos permite dizer que está isento de erros. Por isso, recomendamos que não se excluam do processo", vincou a presidente da autarquia.

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